Melhor ficar e ser música
02 Jul 2009 Deixe um Comentário
in poema Etiquetas:abraço, despedida, Música, poema
Despedida
Aquele abraço febril,
doloroso ato de partida
Transformou o pensamento
mais hostil
Em melodia jamais ouvida.
21 Fev 2011 1 Comentário
por samuelstrappa in quase poema quase prosa Etiquetas:Carnaval, indeciso, Música, metalinguagem, tempo
Composição do indeciso
Gostaria de fechar o meu tempo em uma caixa.
E nela colocar músicas sortidas para compor esse indeciso.
Lacrar com fitas e depois mudar o assunto.
Tenho trabalhado tanto…
Parece que lá fora deixei o mundo das ideias.
Quando mal percebo, lá se foi o meu janeiro.
O primeiro que me puxou o fevereiro e seguiu carnaval.
Astral!
Olha que na verdade estou tão carnal.
Penso que me esqueci do verbo e agora me dilacero.
Para que me esforçar nesses versos de leitura crua?
Jura que depois você volta com o meu troco?
Tropeço neste contrato absurdo e paro com o sufoco rouco.
Sou pouco.
Vou encaixar mais essa parte na sinfonia das notas.
Para a caixa, quando aberta, revelar canções desconexas.
Todas sem o tom e completamente fora do ritmo.
Mas quem sabe, neste estranhamento, seja esse o nosso tempo…
11 Set 2009 2 Comentários
por samuelstrappa in poema Etiquetas:Cinza, Infantil, Música, metalinguagem, Poeta
Poeta de frases infantis
Tenho me emocionado por pouca coisa,
Inusitado hábito, me virei do avesso.
Desperto sentimentos puros e prossigo atento.
Bom chorar em situações simplórias.
Estou vivo, constato a infantilidade.
Devolvo sorriso às lágrimas e faço meu momento.
Aprecio as humildes atitudes.
Abraço a música e reproduzo com alma.
Bom deitar a cabeça em colo fraterno.
Triste acaso, hoje meu dia amanheceu cinza.
Estou sem graça, me belisco numa enorme vontade.
Melhor pensar em alegrias e ser eterno…
02 Jul 2009 Deixe um Comentário
por samuelstrappa in poema Etiquetas:abraço, despedida, Música, poema
Despedida
Aquele abraço febril,
doloroso ato de partida
Transformou o pensamento
mais hostil
Em melodia jamais ouvida.

O que leio no momento:
"Manuelzão e Miguilim", João Guimarães Rosa.Acomode-se no sofá!
(Blogs Parceiros)
O analfabeto que escreve (Tonico Pereira)
Reflexões de Aprendiz de Cineasta
Vivendo de amor, morrendo de amor
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