Aquele poema que me falou dos sentidos
05 Fev 2012 Deixe um Comentário
por samuelstrappa in poema Etiquetas:metalinguagem, Onírico, Rima, Sentidos, Sinestesia, Sonho
Acordar
Sonhei minha língua enrolada.
Sem completar uma conversa.
Meus amigos ensaiavam festa.
Eu sem cantar no canto me resta.
Olhos despertos recobro os sentidos.
Intensificados foram tantos vividos.
Sonho em cores como muitos poetas.
Inspirados pelo forte intuito e libido.
Vou escrever rimas e depois cantar.
Sou amante do tato e agora ouvido.
Quero ler encantos na pele, sorrindo.
Inalar poesia torna doce meu paladar.
O poeta que desconstruiu o seu invento
07 Out 2010 5 Comentários
por samuelstrappa in poema Etiquetas:metalinguagem, poema, Poeta, Rima, vento
Frágil poeta de ideias
Aquilo que agora escrevo e ostento.
Vem o vento e pirata o leva lento.
Derruba em meu colo texto lamacento.
Este solo de ideias carentes de alento.
Verso cru criado sonoro modorrento.
Faz dobra esta obra que mal invento.
E sobra à rima pobre do nobre intento.
Terminar como vela em cego lamento.



Recados no Mural