Poema lembrado em tempo oportuno

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Edvard Munch Melancolia

Melancolia, Edvard Munch

Poeta do Improviso

Mataram a felicidade no dia em que alcancei o topo.
Tapo a boca, arregalo os olhos.
Volto ao começo e reinicio a jornada.
Dessa vez, espero contar com mais sorte.
De talento se vive muito…
Mas sem a boa companhia, tudo para, tapa.
Topo a vida e que venham oportunidades.
Brinde ao juízo e morte ao desnecessário.
Bom reparar nossos erros e tapar buracos.
Lastimo a falta de rima e louvo esse eco tolo.
Sou mais um poeta do improviso e amante do todo.

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