Poema que veio do nada

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Un i dos, ilustração de Pixelbox

Un i dos, ilustração de Pixelbox

Por nada

O amor chegou de fininho, mansinho, como quem quer nada.
Nada, por nada e do nada, facilmente refém de nova cilada.
Condição adocicada capaz de ver sonhos por onde for tocada.
E juntar paixão ao nada pra deixar a vida ainda mais apaixonada.

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Pequeno testemunho do primeiro viajante

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Musée d'Orsay, foto minha.

Musée d’Orsay, foto minha.

Vestígio

Perdeu-se do tempo há um bom tempo
Não reconhecia o terreno e o movimento.
Não se encontrava em próprio contexto.
Texto, testamento, para voltas e ventos.

Excêntrico, novo, transformado de novo.
Nascido pro mundo, pro longe, pra todos.
Pra fazer e contar uma história divertida.
Recomeço de tempo, outro sentido à vida.